Correr, antigamente, servia especialmente para manter vivos os homens, porém, hoje em dia, a corrida de rua se tornou uma fonte de satisfação e desejo.
Por que correr? Por que você corre?
Sem dúvida, corremos por vários motivos, mas no entanto, a corrida é sempre um prato especial que desejamos degustar um dia.
A verdade é que as pessoas, via de regra, são encaminhadas para a pratica do exercício físico e circunstâncialmente acabam se embarcando na corrida ou são motivadas por alguém que elas conhecem e até mesmo, correm por imitação, motivadas pelo belo visual da corrida de rua, pela televisão, pelas revistas, pelos jornais e demais meios de comunicação.
Estamos no meio de um rodamoinho que não tem hora e nem dia para parar. E para que parar?
Desejando muito nos ver correndo como a maioria das pessoas, contaminamos do ímpito de corridas (pelo bem, é verdade). A verdade é que milhões de pessoas no mundo se veem correndo e sem muitos cuidados. Existe um sem fim de pessoas embrenhando-se nas corridas treinos e provas, sem critérios ou até mesmo, em função de critérios oferecidos por leigos. Leigos formados ou não, pessoas que se viram donas de verdadeiro "Dom" de ensinar. Sem nenhum tipo de conhecimento e ou experiencia com pessoas, elas se atiram em ensinar e por sua vez, os corredores, se embrenham em provas das mais diversas distâncias. Posso citar algumas ultramaratonas famosas (Comarades na África), em que a participação de alguns curiosos, afastou-os da corrida, pelos últimos 15 anos e alguns, nem sequer terminaram as mesmas.
O resultado? Pessoas vizitando ortopedistas, com as mais variadas formas de lesões como; fascites plantares, esgarçamentos de tendões, estiramentos musculares, fraturas por estresse e demais problemas, alcançados por diversos motivos e o principal deles, excesso de carga. Nem sempre encarados de forma responsável, aos olhos de um leigo, pode parecer muito estressante. "Somente uma corridinha de 10km". O que pode parecer uma simples corridinha de 10km para uns, pode parecer uma eternidade ou um exagero de cargas, pelo simples fato de não se estar adaptado ou até mesmo, suas outras atividades requererem mais e mais de seus membros inferiores.
E por falar em adaptação, adaptação não está disponivel em prateleiras dos supermercados, como os alimentos ricos em gorduras, açúcares, sais e demais ingredientes, muitas vezes, necessários aos corredores. Adaptação não se encontra e nem tampouco se adquire por qualquer um, com poucos e interrompidos treinos de qualidade.
Não adianta correr, hoje, e somente retomar as sessões, sete dias após.
Necessário continuar, mas, e se a felicidade não estiver ali? Numa adaptação lógica e numa corrida "Just For Fun?" (somente pelo prazer), será que uma corrida mais rápida resolveria minha válvula de escape? Sim, muitas vezes e podemos afirmar que a grande maioria mundial, opta pelo ritmo mais rápido e pela intensidade, em tudo. Incontáveis foram a s vezes que observei praticantes assíduos e intensos se lesarem e no entanto, sairem com um enorme prazer estampado em seus sorrisos. Eles não se questionam quanto a validade do seu prazer.
As lesões de longo tempo, aquelas que se desenvolvem pelos tantos investimentos silenciosos e que virão na hora em que você achou que investiu muito pelo seu bem estar. Elas são lesões que somente as cirurgias poderão resolver. E se você estiver muito velhinho para se submeter a uma cirurgia tão dolorosa e de recuperação tão demorada?
A corrida Moderna e a felicidade dos Homens, deve ser semeada a cada minuto de nossos treinos, cada hora e a cada periodização semestral, anual e eternamente.
Faço votos de que todos reconheçam o verdadeiro valor de planejar e objetivar o melhor, para a sua felicidade e para o seu corpo. Haverá corpos felizes, com uma alma feliz.
Abraços e ótimos treinos
Correr Descalço ou Calçado ?
Correr Descalço ou Calçado?
Já se perde no tempo, as últimas vezes que podíamos, nos grandes centros populacionais, observar alguém que andava ou corria descalço. A discussão; se o ideal é correr descalço ou calçado, reascendeu uma questão que não se trata mais, somente de, precisar, ter que, ou que fosse super confortável. Na verdade, eu vejo o assunto, um tanto polêmico e inadequado, quando levado em consideração o caso do Abebe Bekila, os nossos antigos corredores de provas de rua; “O Sergio Cordeiro”, a “Jorilda Sabino”, dentre outros, que corriam descalços, e até agora só nos referimos a pessoas em condições especiais de vida. O problema maior deve ficar por conta de quando se tenta convencer muita gente, como é hoje, a população de maratonistas no mundo. No caso do todo, muitos, mas muitos maratonistas não são, por sua vez, especilistas.
Muito bem, se há alguma evidência, cientificamente comprovada em laboratório e nossos pesquisadores devem ser respeitados, há, por outro lado, o fato de você, eu ou qualquer outra pessoa, ao ter que retomar as corridas com os pés descalços, teremos que remodelar as ruas, estradas e avenidas, do mundo, transformá-las em ruas de terra, sem pregos, vidros, farpas de arame e buracos. Não será muito fácil determinar aos poucos atentos e beberrões, que façam os cuidados de não quebrar garrafas nas ruas, pedir as autoridades maior varreção das ruas. Na verdade, os cuidados serão infinitos, para o tão cobiçado ato de Correr Descalços. Não acrescentei aqui os nossos amigos invisíveis, (bactérias), vindas de fezes e urinas, ratos e etc, etc, etc, que certamente, alojar-se-hão em nosso organismo.
Nós somos o que planejamos. Se a sociedade vai mudar tanto assim, e não sei se é possível, principalmente agora em que as sociedades possuem tantos problemas para consertar. Em resumo breve, copinhos de bebidas isotônicas, embalagens de carboidratos, são vistos meses depois, ainda no mesmo lugar, na USP, nas ruas e avenidas da Cidade de São Paulo, então, nossos problemas seriam um tanto pequenos para serem priorizados. Não que ache desnecessário. Poderíamos ate mesmo, passar a viver como nossos ancestrais, mas duvido que nos gostaríamos de ter os mesmos pés super calejados de nossos tataratataratataratatara avós....
Acho que não será desta vez, que nós corredores poderemos usufruir dos resultados contundentes de Correr Descalços ou Calçados. E sem levar em consideração as regras da IAAF, Federação Paulista de Atletismo e de todas as federações nacionais, no que dirão, por exemplo, se nossos atletas começarem a participar de provas oficiais de pista, descalços?
Aguardemos os próximos capítulos desta que não promete acabar tão cedo e que não terá o fim que acham que devem, mas o que realmente as sociedades permitirem.
Sem dúvida, as lesões estão mais associadas aos estilos de vida e aos treinos inadequados, do que, certamente, com a polêmica questão do pisar descalço, sem muito impacto ou pisar calçado e ter uma sobrecarga a mais. Resta saber se a carga que ficou definida nas últimas pesquisas de Harvard, Inglaterra, USP e demais centros de avalições e pesquisas, respeitadissimos, podem descrever o quanto estes impactos gerados por pés calçados podem influenciar no resultado das lesões.
Para talvez fechar, aguardo os comentários de todos que desejarem debater, sigamos em frente e da melhor maneira que nossos pés puderem.
Pé no chão! Firme e decidido!
Bons treinos seguros.
Já se perde no tempo, as últimas vezes que podíamos, nos grandes centros populacionais, observar alguém que andava ou corria descalço. A discussão; se o ideal é correr descalço ou calçado, reascendeu uma questão que não se trata mais, somente de, precisar, ter que, ou que fosse super confortável. Na verdade, eu vejo o assunto, um tanto polêmico e inadequado, quando levado em consideração o caso do Abebe Bekila, os nossos antigos corredores de provas de rua; “O Sergio Cordeiro”, a “Jorilda Sabino”, dentre outros, que corriam descalços, e até agora só nos referimos a pessoas em condições especiais de vida. O problema maior deve ficar por conta de quando se tenta convencer muita gente, como é hoje, a população de maratonistas no mundo. No caso do todo, muitos, mas muitos maratonistas não são, por sua vez, especilistas.
Muito bem, se há alguma evidência, cientificamente comprovada em laboratório e nossos pesquisadores devem ser respeitados, há, por outro lado, o fato de você, eu ou qualquer outra pessoa, ao ter que retomar as corridas com os pés descalços, teremos que remodelar as ruas, estradas e avenidas, do mundo, transformá-las em ruas de terra, sem pregos, vidros, farpas de arame e buracos. Não será muito fácil determinar aos poucos atentos e beberrões, que façam os cuidados de não quebrar garrafas nas ruas, pedir as autoridades maior varreção das ruas. Na verdade, os cuidados serão infinitos, para o tão cobiçado ato de Correr Descalços. Não acrescentei aqui os nossos amigos invisíveis, (bactérias), vindas de fezes e urinas, ratos e etc, etc, etc, que certamente, alojar-se-hão em nosso organismo.
Nós somos o que planejamos. Se a sociedade vai mudar tanto assim, e não sei se é possível, principalmente agora em que as sociedades possuem tantos problemas para consertar. Em resumo breve, copinhos de bebidas isotônicas, embalagens de carboidratos, são vistos meses depois, ainda no mesmo lugar, na USP, nas ruas e avenidas da Cidade de São Paulo, então, nossos problemas seriam um tanto pequenos para serem priorizados. Não que ache desnecessário. Poderíamos ate mesmo, passar a viver como nossos ancestrais, mas duvido que nos gostaríamos de ter os mesmos pés super calejados de nossos tataratataratataratatara avós....
Acho que não será desta vez, que nós corredores poderemos usufruir dos resultados contundentes de Correr Descalços ou Calçados. E sem levar em consideração as regras da IAAF, Federação Paulista de Atletismo e de todas as federações nacionais, no que dirão, por exemplo, se nossos atletas começarem a participar de provas oficiais de pista, descalços?
Aguardemos os próximos capítulos desta que não promete acabar tão cedo e que não terá o fim que acham que devem, mas o que realmente as sociedades permitirem.
Sem dúvida, as lesões estão mais associadas aos estilos de vida e aos treinos inadequados, do que, certamente, com a polêmica questão do pisar descalço, sem muito impacto ou pisar calçado e ter uma sobrecarga a mais. Resta saber se a carga que ficou definida nas últimas pesquisas de Harvard, Inglaterra, USP e demais centros de avalições e pesquisas, respeitadissimos, podem descrever o quanto estes impactos gerados por pés calçados podem influenciar no resultado das lesões.
Para talvez fechar, aguardo os comentários de todos que desejarem debater, sigamos em frente e da melhor maneira que nossos pés puderem.
Pé no chão! Firme e decidido!
Bons treinos seguros.
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